Pular para o conteúdo principal

JESUS, O IDIOMA QUE DEUS FALA



Você já passou por aqueles momentos onde parece que Deus desapareceu da sua vida? Já se viu em uma oração frustrada e sem resposta? Creio que todos já tivemos essa experiência! Você não consegue ver Deus em lugar nenhum, as coisas perdem o sentido, você fica desmotivado e perdido. A vontade é de chutar o balde e abandonar tudo. Não há luz no fim do túnel, e o desespero inunda o nosso coração.

Nossa dor passa a ser maior ainda por que, além do problema em que estamos, acaba surgindo outro: Deus tomou Doril, e sumiu! Vemos isso no exemplo de Jó, que além de todos os problemas, havia um ensurdecedor silencio do céu. O que agrava mais ainda o problema.

Bem em uma dessas experiência e momento, pude refletir em uma situação. Às vezes, não porque Deus provoca, mas por causa das próprias circunstancias da vida. Deus usa desses momentos como oportunidade para nos chamar a atenção para um fato curioso, a saber o relacionamento e discipulado com seu próprio filho Jesus.

Às vezes nos esquecemos de que Jesus é o único meio pelo qual podemos ir ao pai. As vezes nosso relacionamento com Deus é sem nenhuma distinção de quem ele é. E não é por que temos muita intimidade, mas por desleixo.

Jesus é o idioma pelo qual Deus fala conosco. Todas as lições e soluções do Deus trino, encontram-se naquilo que Jesus nos apresenta. Queremos muitas vezes fazer como Filipe, queremos ver o pai, ouvir o pai, mas ignoramos o fato de que Jesus, que está bem na nossa frente é a perfeita expressão do Deus invisível.

Filipe pede: mostra-nos o pai e isso nos basta! Jesus olha para ele de volta e responde: como assim Filipe, estou com vocês a tanto tempo, e você me pede para te mostrar o pai. Quem me vê, vê o pai.
O problema de Felipe, é o nosso problema. Temos um fascínio pelo oculto, por aquilo que é invisível, pelo transcendente. E ignoramos o manifesto, o próximo e palpável. Queremos ver anjos, ter visões, ouvir a voz do próprio Deus no trovão. E cometemos o pecado do desencanto com a maior manifestação que existiu, Jesus Cristo nosso Senhor.


Meu conselho para você: quando estiver assim, não adianta gritar para o céu! De lá você apenas ouvirá uma ordem e a maior declaração que Deus já fez: olhe para Jesus! Ele é o meu filho amado em quem me agrado. Ouçam-no! Volte-se para Cristo, ele é a resposta de Deus para você, ele é a língua que Deus fala e nenhuma outra. Paz!        

Kennedy Mattos

Comentários

Top Five!

O GRANDE GENERAL PLÁCIDO

Eustáquio, ou Plácido (nome pelo qual era mais conhecido), foi um dos grandes generais do exército romano, no início do segundo século. Seu nome e sua influencia eram notórios entre os soldados, tanto por causa de sua virtudes quanto por sua capacidade e triunfes militares. Todos o admiravam por sua brandura e seu amor à justiça e à caridade. Ele era um pai para os soldados, e tratava-os com mansidão e justiça, virtudes desconhecidas da bárbara soldadesca, mas preciadas no momento em que a sua influência benigna era sentida. Ele era generoso e caritativo com os desafortunados, e apesar de pagão, notavelmente virtuoso. A verdadeira grandeza é incompatível à propensão brutal do homem. As virtudes e a posição exaltada de Plácido atraíram os homens mais conspícuos da época, como se fora uma estrela solitária brilhando através da massa escura de nuvens, numa noite tempestuosa. Não admira que ele fosse assinalado pela Providência como objeto de graça especial, e instrumento de grandes mila...

A Parábola do Rio - Romanos 1.21-32

Havia outrora cinco irmãos, que moravam com o pai num castelo, no alto de uma montanha. O mais velho era um filho obediente. Seus quatro irmãos, todavia, eram rebeldes. O pai tinha-lhes grande cuidado por causa do rio; já lhes havia implorado que ficassem distante da margem, para que não fossem varridos pelo refluxo da maré. Mas eles não ligavam; a atração do rio era-lhes demasiadamente forte. A cada dia, os quatro irmãos rebeldes arrisca­vam-se cada vez mais perto do rio, até que, uma vez, um deles atreveu-se a tocar a água. — Segurem a minha mão — gritou ele. — As­sim não cairei. E seus irmãos o fizeram. Quando ele porém tocou a água, o repuxo arrastou-o com os outros três para dentro da correnteza, rolando-os rio abaixo. Foram despencando de rocha em rocha, girando no leito do rio. Arrastados pelas vagas, eles se foram. Seus gritos de socorro perde­ram-se na fúria do rio. Embora se debatessem tentando recuperar a estabilidade, foram impotentes contra a força da correnteza. Depois de...

O CRISTÃO E O CODIGO DE BARRAS

Rm 12.1,2 O código de barras que muitos cristãos consideram o sinal da besta, por enquanto é um extraordinário sistema de catalogação. Ao passar no caixa do supermercado por exemplo a maquina leitora identifica o produto, da baixa no estoque, registra o preço, e facilita a vida de todos, a começa por quem esta na fila.             No entanto, como toda maquina a leitora do código de barras, a tal pistola, tem inteligência limitada a sua programação. Se alguém mudar o selo do código de barras de uma caixa de cereais pelo selo de um produto mais barato, como farinha, a maquina faz a leitura como se o produto fosse de fato, um saco de farinha.             A maquina leitora não faz a comparação entre o selo do código de barras e o produto. E, nesse caso, uma caixa de cereal sai do supermercado disfarçado de saco de farinha.        ...

REACTION!

Estou assustado de ver como as pessoas em uma mesma congregação reagem a uma mensagem que enfatize a depravação humana, a falta de mérito salvador pelas obras, e a necessidade desesperada da graça divina.  Alguns são desanimados, outros se ofendem, e ainda outros ficam totalmente irados com tais palavras severas faladas a seu respeito e de seus esforços meritórios. Contudo, outras pessoas na mesma congregação ouvem as mesmas verdades e se enchem de alegria, regozijando-se na bondade de Deus. Quanto mais escuro o quadro pintado pelo pregador, mais alegres ficam e maior fica o seu louvor. Qual é a diferença entre os dois grupos? Os que estão no primeiro grupo colocaram sua confiança na carne e se gabam de sua própria virtude e merecimento. Os do segundo grupo são os "que adoram a Deus no Espírito, e se gloriam em Cristo Jesus, e não confiam na carne” (Filipenses 3.3). Contentam-se em ter exposto suas trevas se por tal Cristo e a graça de Deus forem exaltados. Sabem q...